Por que todo mundo está lendo esses livros de não ficção?

Ansiedade, cansaço, excesso de estímulos, redes sociais, trabalho, prazer, identidade, memória. Nada disso aparece por acaso nos livros de não ficção mais vendidos do ano. Pelo contrário: esses temas estão no centro do que muita gente tem buscado para entender (e sobreviver) ao mundo de hoje.
Neste vídeo, a BookInfo apresenta uma contagem regressiva comentada dos títulos que dominaram as listas e discute por que essas leituras viraram quase urgentes para tanta gente. Spoiler: elas falam muito mais sobre o nosso tempo — e suas tensões — do que sobre simples tendências editoriais.
Passam por aqui autores que ajudam a decifrar o presente, como Jonathan Haidt, ao discutir a ansiedade de uma geração inteira; Anna Lembke, ao revelar os mecanismos da dopamina e do vício no prazer; e Byung-Chul Han, com análises afiadas sobre cansaço, desempenho e sociedade.
Também entram em cena vozes brasileiras fundamentais, como Marcelo Rubens Paiva, trazendo memória, política e história recente, e Michel Alcoforado, ajudando a compreender consumo, comportamento e desigualdade de forma direta e provocadora.
Ao longo do ranking, comentamos os temas centrais de cada livro, por que eles viralizaram, para quem fazem mais sentido (e para quem talvez não), e o que essa lista revela sobre as perguntas que a sociedade está tentando responder agora — sem mistério, com contexto e com spoilers que aumentam ainda mais a vontade de ler.
Clique aqui e acompanhe a contagem regressiva e conte pra gente: qual desses livros explica melhor o mundo de hoje para você?